O que faz para um bom design?Para mim, um bom design permite que alguém realize algo da maneira mais simples possível. Comunica sua finalidade com clareza. É acessível e pode, portanto, ser apreciado por tantas pessoas quanto possível.Eu acho essas qualidades refletidas em boa escrita. Em ambos os casos, o trabalho revela um ponto de vista único, comunica um propósito claro e se apresenta da maneira mais simples possível. O criador (ou equipe de criadores) faz o trabalho duro para garantir que o resultado final seja significativo e fácil de usar.Esqueça seu público-alvo generalizado ... isso não existe.Esqueça seu público generalizado. Em primeiro lugar, o público anônimo e sem rosto vai assustá-lo até a morte e, em segundo lugar, ao contrário do teatro, ele não existe. Por escrito, seu público é um único leitor. Descobri que, às vezes, ajuda a escolher uma pessoa - uma pessoa real que você conhece ou uma pessoa imaginada e escrever para ela. - John SteinbeckTanto na escrita quanto no design, o bom trabalho tende a incorporar um ponto de vista único. Os criadores (e suas equipes) dedicam tempo para entender uma única perspectiva de dentro para fora - para ver o mundo como essa pessoa faz e criar uma solução personalizada para eles.O Design Thinking estimula a tomada de perspectiva com um exercício chamado Iniciadores de Instrução. Ele ajuda a enquadrar problemas de um ponto detalhado em vista. Um exemplo pode ser: como podemos ajudar um pai a mostrar seu amor à filha com sorvete?A partir daqui, as equipes tentam entender o que o pai quer, o que o está impedindo de conseguir o que ele quer e como elas podem ajudar.A história tem um ótimo exemplo disso. O canudo dobrável foi inventado na década de 1930, por um pai lutando para ver sua filha beber um milkshake de um canudo alto. Ele colocou um parafuso dentro do canudo e envolveu o fio dental em torno dele para criar sulcos, permitindo que a palha se curvasse sobre a borda do vidro. A invenção foi inspirada pelo amor de um pai por sua filha, mas ajudou muito mais pessoas (por exemplo, pacientes de hospitais que têm dificuldade em dobrar a cabeça para alcançar um canudinho). Eventualmente, tornou-se um item comum em restaurantes e residências.O design é o pensamento feito visual.“Design é pensar feito visual.” - Saul BassPor escrito, é fácil deixar seus pensamentos se espalharem por uma página. O teste de um bom escritor, no entanto, é sua capacidade de esculpir detalhes desnecessários, a fim de comunicar suas idéias claramente ao leitor.O mesmo pode ser dito do design. Cada fator de forma, elemento visual ou interação comunica uma ideia sobre como um produto melhorará a vida de alguém. Se a ideia for apresentada com clareza - e mais importante, compreendida -, as pessoas podem determinar com facilidade se o produto vai melhorar suas vidas. Se a ideia não é clara e sua finalidade é turva, sua utilidade é difícil de avaliar.O software corporativo é um exemplo fantástico disso. Tradicionalmente, as decisões de software corporativo eram tomadas de cima para baixo e, devido à complexidade desses sistemas, o treinamento dos funcionários era frequentemente necessário. Recentemente, as ferramentas corporativas começaram a se assemelhar aos produtos de consumo, refletindo uma ênfase no produto e no design. Empresas de software - como Atlassian, Dropbox, Google, Sketch, Slack e Workday - estão destilando necessidades complexas de empresas em interfaces fáceis de entender. Os funcionários podem avaliar por si mesmos como essas ferramentas atendem às suas necessidades individuais.Tão simples quanto possível, mas não mais simples.“Tudo deve ser feito da maneira mais simples possível, mas não mais simples.” - Albert EinsteinTanto na escrita quanto no design, a psicologia desempenha uma função em como as idéias são apresentadas e quão bem elas são compreendidas.Na escola primária, eu temia o formato inimaginável dos ensaios escolares: introdução, tese, argumento, contra-argumento, conclusão. Só mais tarde vim a apreciar o formato familiar e linear que pode ser entendido por um público amplo.Da mesma forma, os designers entendem o que é familiar considerando os modelos mentais de seu público. Isso envolve a coleta de dados de usuários, a construção de uma representação de sua visão de mundo e a montagem de elementos de design de maneira familiar ao usuário. O desafio é montar as peças da maneira mais simples possível, mas não mais simples (pelo qual a funcionalidade se perde). Descobrir e projetar para a familiaridade garante que os produtos sejam fáceis de usar e fáceis de entender.Na maioria das vezes, suspeito que essas qualidades falam por si mesmas, e o sucesso no mercado é parcialmente refletido em quão bem essas qualidades são realizadas por escritores e designers.

Bom design é como boa escrita

O que faz para um bom design?

Para mim, um bom design permite que alguém realize algo da maneira mais simples possível. Comunica sua finalidade com clareza. É acessível e pode, portanto, ser apreciado por tantas pessoas quanto possível.

Eu acho essas qualidades refletidas em boa escrita. Em ambos os casos, o trabalho revela um ponto de vista único, comunica um propósito claro e se apresenta da maneira mais simples possível. O criador (ou equipe de criadores) faz o trabalho duro para garantir que o resultado final seja significativo e fácil de usar.

Esqueça seu público-alvo generalizado … isso não existe.
Esqueça seu público generalizado. Em primeiro lugar, o público anônimo e sem rosto vai assustá-lo até a morte e, em segundo lugar, ao contrário do teatro, ele não existe. Por escrito, seu público é um único leitor. Descobri que, às vezes, ajuda a escolher uma pessoa – uma pessoa real que você conhece ou uma pessoa imaginada e escrever para ela. – John Steinbeck
Tanto na escrita quanto no design, o bom trabalho tende a incorporar um ponto de vista único. Os criadores (e suas equipes) dedicam tempo para entender uma única perspectiva de dentro para fora – para ver o mundo como essa pessoa faz e criar uma solução personalizada para eles.

O Design Thinking estimula a tomada de perspectiva com um exercício chamado Iniciadores de Instrução. Ele ajuda a enquadrar problemas de um ponto detalhado em vista. Um exemplo pode ser: como podemos ajudar um pai a mostrar seu amor à filha com sorvete?

A partir daqui, as equipes tentam entender o que o pai quer, o que o está impedindo de conseguir o que ele quer e como elas podem ajudar.

A história tem um ótimo exemplo disso. O canudo dobrável foi inventado na década de 1930, por um pai lutando para ver sua filha beber um milkshake de um canudo alto. Ele colocou um parafuso dentro do canudo e envolveu o fio dental em torno dele para criar sulcos, permitindo que a palha se curvasse sobre a borda do vidro. A invenção foi inspirada pelo amor de um pai por sua filha, mas ajudou muito mais pessoas (por exemplo, pacientes de hospitais que têm dificuldade em dobrar a cabeça para alcançar um canudinho). Eventualmente, tornou-se um item comum em restaurantes e residências.

O design é o pensamento feito visual.
“Design é pensar feito visual.” – Saul Bass
Por escrito, é fácil deixar seus pensamentos se espalharem por uma página. O teste de um bom escritor, no entanto, é sua capacidade de esculpir detalhes desnecessários, a fim de comunicar suas idéias claramente ao leitor.

O mesmo pode ser dito do design. Cada fator de forma, elemento visual ou interação comunica uma ideia sobre como um produto melhorará a vida de alguém. Se a ideia for apresentada com clareza – e mais importante, compreendida -, as pessoas podem determinar com facilidade se o produto vai melhorar suas vidas. Se a ideia não é clara e sua finalidade é turva, sua utilidade é difícil de avaliar.

O software corporativo é um exemplo fantástico disso. Tradicionalmente, as decisões de software corporativo eram tomadas de cima para baixo e, devido à complexidade desses sistemas, o treinamento dos funcionários era frequentemente necessário. Recentemente, as ferramentas corporativas começaram a se assemelhar aos produtos de consumo, refletindo uma ênfase no produto e no design. Empresas de software – como Atlassian, Dropbox, Google, Sketch, Slack e Workday – estão destilando necessidades complexas de empresas em interfaces fáceis de entender. Os funcionários podem avaliar por si mesmos como essas ferramentas atendem às suas necessidades individuais.

Tão simples quanto possível, mas não mais simples.
“Tudo deve ser feito da maneira mais simples possível, mas não mais simples.” – Albert Einstein
Tanto na escrita quanto no design, a psicologia desempenha uma função em como as idéias são apresentadas e quão bem elas são compreendidas.

Na escola primária, eu temia o formato inimaginável dos ensaios escolares: introdução, tese, argumento, contra-argumento, conclusão. Só mais tarde vim a apreciar o formato familiar e linear que pode ser entendido por um público amplo.

Da mesma forma, os designers entendem o que é familiar considerando os modelos mentais de seu público. Isso envolve a coleta de dados de usuários, a construção de uma representação de sua visão de mundo e a montagem de elementos de design de maneira familiar ao usuário. O desafio é montar as peças da maneira mais simples possível, mas não mais simples (pelo qual a funcionalidade se perde). Descobrir e projetar para a familiaridade garante que os produtos sejam fáceis de usar e fáceis de entender.

Na maioria das vezes, suspeito que essas qualidades falam por si mesmas, e o sucesso no mercado é parcialmente refletido em quão bem essas qualidades são realizadas por escritores e designers.